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CCISS promove atelier sobre produtos de melhoria do ambiente de negócios
Os produtos de melhoria do ambiente de negócios desenvolvidos no âmbito da Reforma do Estado através projecto Improving Business Life Cycle Services – Cabo Verde, serão apresentados aos operadores económicos, nesta sexta-feira dia 4 de Abril, em um atelier da sensibilização promovido pela Camâra de Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento-CCISS, que contará com a presença do Primeiro-Ministro, José Maria Neves e do Secretário de Estado da Administração Pública, Romeu Modesto.
No evento, que será realizado na sede da CCISS a partir das 09h00, serão apresentados os produtos Licenciamento Comercial a Retalho, Licenciamento Comercial a Grosso, Licenciamento Industrial, Licenciamento das Actividades Turísticas, Licenciamento do Alvará de Empresas de Construção Civil, Empresa no Dia.
O projecto Improving Business Life Cycle Services – Cabo Verde é desenvolvido pela Reforma do Estado com apoio da Investment Climate facility for Africa, em parceira com diversas instituições provenientes tanto do sector público – como o NOSI, Casa do Cidadão, ADEI – e como do sector do privado: Câmara de Comércio de Barlavento, Câmara de Comércio de Sotavento, Promitur, e MCA-CV.
Programa
09:00 Recepção dos convidados
09:30 Sessão de boas vindas com o Presidente da CCISS, Eng. Paulo Lima
09:45 Apresentação dos Produtos – Projecto Improving Life Cycle Services
Tema: Impacto das novas plataformas para o ambiente de negócios
- Dra. Rosário Luz, Secretária Geral da CCISS
Tema: Integração das Plataformas Digitais
- Eng. Guevara Cruz, Nosi
- Eng. Elcio Lima, Nosi
Tema: Licenciamento comercial a Retalho
- Sr. João Correia, Câmara Municipal da Praia
Tema: Licenciamento Industrial
- Dr. João Almeida, Ministério do Turismo, Indústria e Energia
Tema: Licenciamento das Actividades Turísticas
- Dra. Zilca Gonçalves, Direcção Geral do Turismo
Tema: Casa do Cidadão / Empresa no dia
- Dra. Maria de Lourdes Barros, Gestora da Casa do Cidadão
- Sr. Ulisses Monteiro, Gestor de Eventos Casa do Cidadão
10:45 Intervenção do Primeiro-ministro, Dr. José Maria Neves
11:00 Inauguração do Balcão da Casa do Cidadão na CCISS
12:00 Encerramento
Cabo Verde o País mais estável da África 2011-12
O Economist Intelligence Unit-EIU prevê que Cabo Verde permanecerá entre os países mais estáveis da África, em 2011-12. Em análise publicada no “Destaques Mensal” o EIU destaca como factores importantes a estabilidade política confirmada pela realização das eleições Legislativas-2011 e o desempenho positivo no Programa de Redução da Pobreza, segundo avaliação do FMI.
A análise também alerta sobre os riscos para as perspectivas económicas, particularmente a rápida subida dos preços das commodities (mercadorias primárias, possuem cotação e “negociabilidade” globais), que poderia comprometer a estabilidade.
Segundo o IEU, os gastos do governo em proporção ao PIB deverá cair ligeiramente em 2011-12, como estímulo fiscal que está a ser desenvolvido. Os déficits fiscais previstos em equivalente a 8,2% do PIB em 2011 e 6,5% do PIB em 2012 serão financiados por empréstimos em condições favoráveis de doadores.
Os principais impulsionadores do crescimento real do PIB, estimado em 6% e 5,5% em 2011 e 2012, respectivamente, serão os investimentos directos estrangeiro, sobretudo em infra-estrutura e turismo.
Em consonância com as perspectivas para os preços globais de commodities, a expectativa é de que os preços ao consumidor local tenham rápida elevação chegando a 8% em 2011 (acima dos 5% previstos anteriormente). A inflação deverá abrandar para 1% em 2012. O déficit em conta corrente é previsto para refinar a 10% do PIB em 2011 e 9,6% do PIB em 2012.
Economist Intelligence Unit-EIU deu especial atenção a estabilidade política, destacando que “Cabo Verde realizou, em 06 de Fevereiro, uma eleição legislativa, a quinta do país desde que a democracia multipartidária foi introduzida em 1990.
A análise destaca que cinco partidos disputaram um total de 72 assentos parlamentares em dez círculos eleitorais nacionais e três estrangeiros (reduzido de 20 na eleição anterior). No entanto, a competição foi na verdade uma corrida de dois cavalos, colocando a decisão do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), contra o maior partido da oposição, Movimento a Democracia (MPD), que governou Cabo Verde na década de 1990”.
Segundo o Economist Intelligence Unit, “o PAICV ganhou as eleições de forma convincente, garantindo 52,4% dos votos e 37 assentos na Assembleia Nacional, dando-lhe uma maioria de um. Embora o partido tenha sofrido uma perda líquida de quatro lugares em relação à eleição de 2006, no entanto teve várias vitórias importantes sobre o MPD, ganhando em Santo Antão (até então um reduto MPD), pela primeira vez desde a introdução de eleições multipartidárias. Além disso, o PAICV recebeu o maior número de votos em todos os círculos eleitorais, mas sendo que nas duas ilhas mais pequenas -Maio e São Nicolau- a votação nacional do partido era praticamente a mesma em 2006, indicando que houve pouca erosão no seu apoio ao longo dos últimos cinco anos”.
O Economist segue salientando que “em comparação, a participação do MPD no voto nacional realmente caiu, passando de 44% para 42%, embora tenha conseguido aumentar a sua representação parlamentar de 29-33 assentos, indicando crescente polarização geográfica no apoio ao partido. O líder do MPD, Carlos Veiga, aceitou imediatamente o resultado, mas, como em eleições anteriores, sugeriu a fraude eleitoral pelo partido no poder. Tendo recebido o apoio de seu partido, ele anunciou que iria permanecer como líder, tendo o seu assento na Assembleia Nacional. No entanto, é amplamente aceito que ele não vai tentar a reeleição como líder no próximo congresso do partido.
Como esperado, os pequenos partidos não conseguiram causar um impacto, com o terceiro maior partido, União Independente Caboverdiana e Democrática (UCID), só conseguindo segurar seus dois mandatos parlamentares, mas muito aquém da meta de seu líder, António Monteiro, para aumentar a sua representação para seis lugares.
Embora o partido tenha aumentado a sua participação na votação de 2,6% em 2006 para 4,4%, Monteiro ofereceu sua renúncia ao comité executivo do partido, mas não ficou claro se ele realmente renunciou como líder do partido.
O minúsculo Partido de Trabalho e da Solidariedade (PTS), também teve um fraco desempenho, com o seu líder de alto perfil, Onésimo Silveira (que é o ex-embaixador cabo-verdiano em Portugal), reunindo apenas 504 votos em São Vicente, enquanto o menor ainda Partido Social Democrático Socialista (PSD) garantiu a meros 429 votos a nível nacional.
A UCID conseguiu montar um sério desafio em apenas uma das dez circunscrições contestou, enquanto a PTS ficou em apenas cinco distritos eleitorais e do PSD em apenas três. O número total de eleitores inscritos era 309,617-4.5% menor que em 2005. Destes, 271.972 foram em Cabo Verde e 37.645 entre diáspora do país”.
Cabo Verde faz progresso com a redução da pobreza
Na sequência da atribuição, em Novembro de 2010, de um instrumento de apoio de 15 meses da nova política (PSI) para Cabo Verde, o FMI publicou em Dezembro o seu relatório sobre o desempenho do país no Programa de Redução da Pobreza (PRSP), cobrindo o período 2008-11.
O PRSP visa ajudar o governo a alcançar o desenvolvimento humano sustentável, para que Cabo Verde se consolide como um País de Desenvolvimento Médio e gradualmente perde o acesso à ajuda externa concessional.
O País apresentou uma evolução positiva com a redução da pobreza em 2009, apoiado por boa governação, forte crescimento do PIB real e uma boa execução da despesa orçamentada (especialmente em sectores prioritários social), os quais têm ajudado a melhorar a qualidade de vida.
A mulher cabo-verdiana e o seu papel na construção de uma sociedade de paz
A mulher cabo-verdiana e o seu papel na construção de uma sociedade de paz: 30 ano
s a comemorar o dia da mulher cabo-verdiana 27/03/1981 – 27/03/2011.
No âmbito das comemorações do mês da mulher e, mais precisamente, o dia das mulheres cabo-verdianas, 27 de Março, a Reforma do Estado não quis ficar a parte de todas as homenagens que as nossas mulheres têm recebido e merecidamente, nos últimos dias.
Na verdade, a mulher cabo-verdiana tem desempenhado um papel fundamental na construção da nação cabo-verdiana que se quer cada vez mais, uma sociedade de paz e de repúdio a violência, de desenvolvimento social e económico, de partilha e de cidadania efectiva.
A imagem que a mulher cabo-verdiana tem vindo todos os dias a mudar, mas a manter a sua essência. Muda-se nas fragilidades, tornando-se uma mulher cada vez mais moderna, competente, factor de qualidade, capaz de assumir as suas responsabilidades, com menos atitudes machistas e cada vez mais consciente do seu papel fundamental na construção nacional. Contudo, ela mantém aquela essência que sempre a caracterizou como sendo o pêndulo da família e logo da sociedade cabo-verdiana. Mãe e chefe de família.
Desta maneira, a Reforma do Estado não pode deixar de evidenciar o papel determinante que o Instituto Cabo-verdiano para Igualdade e Equidade do Género-CIEG, bem como toda sociedade civil, tem desempenhado na promoção da mulher cabo-verdiana, quer a nível da defesa dos seus direitos, como na consciencialização das mesmas para com os seus deveres e para uma maior e melhor participação social e política.
Destaca-se os excelentes ganhos que tem havido, principalmente no que diz respeito a luta contra a violência baseada no género (VBG). A publicação e entrada em vigor da lei contra a VBG e claramente um dos maiores ganhos no respeita a esse aspecto, bem como, a consciencialização da sociedade, homens e mulheres para esta problemática.
A mulher que é mãe, filha, irmã, esposa, amiga, etc., é hoje também, ministra, deputada, presidente de instituições, gestora, futebolista e outros. Cabo Verde tem conhecido ganhos incomensuráveis com a entrada das mulheres para as diversas áreas de actividade do país, o que nos permite perspectivar um futuro cada vez melhor para a mulher e para o país.
O empoderamento das comunidades locais tem passado quase sempre pelo empoderamento das mulheres como criadoras de riqueza material, espiritual e cultural, com repercussão positiva na criação de uma sociedade mais justa, horizontal, homogénea e participativa. Facto que justifica uma continua aposta nesta dinâmica, como forma de promover a cidadania e a participação das comunidades na criação das soluções dos problemas que as afligem e deste modo promover a governação participativa e o princípio da subsidiariedade constitucionalmente reconhecido.
Assim, a Reforma do Estado reconhece e agradece a todas a mulheres cabo-verdianas e residentes em Cabo Verde, pelo seu excelente contributo que têm dado a construção desta nação cada vez mais vencedora.
CM aprova Encerramento Simplificado de Empresas
Governo aprovou o Decreto-lei 22/2011, publicado no boletim Oficial do dia 04 de Abril, que trata do Encerramento Simplificado de Empresas criado no âmbito do projecto Improving Business Life Cycle Services – Cabo Verde desenvolvido pela Reforma do Estado com o apoio do ICF – The Investment Climate Facility for Africa e em parceria com intervenientes do sector público e privado.
O diploma, que veio atender a uma necessidade de modernização dos processos para a melhoria do ambiente de negócios em Cabo Verde, estabelece o regime especial de encerramento e extinção de sociedades comerciais nas seguintes modalidades:
a) Dissolução e liquidação voluntária de sociedades comerciais, atráves do “procedimento simplificado
de encerramento de empresa”;
b) Dissolução e liquidação ofi ciosas de sociedades comerciais da competência das conservatórias,
mediante verifi cação de causas de dissolução e liquidação por iniciativa do Estado, quando existam indicadores objectivos de que a entidade em causa não tem actividade efectiva embora permaneça juridicamente existente.
O Decreto-lei 22/2011 aplica-se às sociedades comerciais criadas através do regime de constituição e início de actividade de sociedades comerciais por quotas e anónimas, nas modalidades de constituição presencial de «empresa nodia» e de constituição “on line” de sociedades comerciais, nos termos do Decreto-Lei n. º 9/2008, de 13 de Março.
Primeiro Ministro visita Unidade de Coordenação da Reforma do Estado
No quadro da remodelação do Governo, o Primeiro-Ministro José Maria Neves visitou nesta quarta-feira dia 23, a Unidade de Coordenação da Reforma do Estado-UCRE.


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